A população brasileira dorme em média menos de 7 horas por noite. Um hábito que pode acarretar graves danos à saúde. E ao contrário do que alguns pensam, dormir não é perda de tempo. Durante o sono ocorrem importantes ajustes no organismo. Como a produção de hormônios do crescimento e melatonina, a memória é organizada e os aparelhos circulatório e respiratório descansam.

“Dormir menos do que o corpo precisa nos deixa mais sensíveis a dor, diminui a capacidade mental e a memória, aumenta a ansiedade e a obesidade, reduz o nível de alerta e, assim, crescem os erros por omissão. Dormir menos de seis horas consecutivas afeta a coordenação, julgamento e velocidade de reação”, afirma Geraldo Lorenzi Filho, chefe do Laboratório de Investigação de Doenças do Sono do InCor.

Nos homens, o sono provoca principalmente sonolência durante o dia; já nas mulheres, o cansaço é a sensação principal, enquanto as crianças ficam mais hiperativas.


Agora, qual o tempo ideal de sono? Depende, algumas pessoas podem precisar de nove horas enquanto outras ficam bem após dormirem por seis horas. Especialistas afirmam que oito horas é o ideal. Mas a questão é que dormir deve ser prioridade para se ter qualidade de vida.

Fonte: UOL